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 As caneleiras do Chelsea são feitas em Viseu |
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SAK quer dizer Security Against Kicking e é o nome da empresa portuguesa que fabrica caneleiras personalizadas, com recurso a tecnologia 3D, que conquistaram os jogadores da seleção nacional e do Chelsea.
Fabricadas em materiais compósitos, caracterizados pela leveza e resistência, a grande vantagem das caneleiras da SAK Project é "encaixar perfeitamente na perna do jogador", disse à Lusa Filipe Simões, um dos fundadores da empresa.
"Não são uma proteção adicional, mas uma extensão natural da perna" é a forma como a empresa de Viseu apresenta as suas caneleiras 'high tech', uma das novidades da 17.ª edição do Fórum Têxteis do Futuro, que arranca quarta feira no edifício da Alfândega, no Porto.
Em declarações à Lusa, Filipe Simões explicou que, nos primeiros dois anos, a empresa esteve concentrada no desenvolvimento e aperfeiçoamento das caneleiras que já conquistaram os jogadores da seleção nacional e do Chelsea FC.
"Só agora vamos começar o trabalho de divulgação e é uma mais-valia contar com a aprovação de um dos melhores clubes do mundo", adiantou o empresário.
A empresa de Viseu começou por desafiar a seleção portuguesa a experimentar as caneleiras personalizas e foi pela mão do defesa Paulo Ferreira que foram levadas para terras de sua majestade.
"Os colegas ficaram conquistados e o Chelsea tornou-se nosso cliente habitual", disse, acrescentando que aproveitaram uma vinda da equipa inglesa a Portugal, para jogar com o FC Porto, para digitalizar as pernas dos jogadores.
Neste momento, a SAK Project está a negociar o fornecimento de caneleiras a equipas de futebol da Holanda, Espanha e Itália, e começa a aventurar-se em outras modalidades, nomeadamente o hóquei em patins. "Temos um produto que protege jogadores que valem milhões", acrescenta.
A empresa dedicada à produção de caneleiras nasceu, em 2008, da junção da formação de Rui Pina na área de materiais compósitos com o conhecimento de Filipe Simões, engenheiro eletrotécnico, que decidiu potenciar as possibilidades da tecnologia 3D.
Com o produto reconhecido no mercado, os dois jovens empresários querem "passar a ter capacidade produtiva e a controlar todo o processo", que atualmente é subcontratado a várias empresas.
"Dominar o processo produtivo, vai permitir um maior controlo dos tempos de produção, sendo que neste momento demoramos cerca de duas semanas a satisfazer as encomendas", explicou Filipe Simões.
Em ano de Campeonato do Mundo, o 17.º Fórum Têxteis do Futuro, que arranca hoje no Edifício de Exposições e Congressos da Alfândega do Porto, vai ser dedicado ao futebol com o objetivo de sensibilizar os agentes económicos ligados ao desporto para a importância dos têxteis no rendimento dos atletas.
Fonte: Jornal i
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Enviado por Terça, 23 de Fevereiro de 2010 (21:45:15) por webmaster |
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